Povo de Aruanda,
Povo de Aruandá

Meu berimbau me de liçença
A nossa roda vai começar

Viola de Waldemar

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Ê lê, lê, lê, lê, lê
Ê lê, lê, lê, lê, lê
Lêlê, lê, lê, lê, lê
Lêlê, lê, lê, lê, lê

Lêlê, lê, lê, lê, lê
Lêlê, lê, lê, lê, lê
Lêlê, lê, lê, lê, lê
Lêlê, lê, lê, lê, lê

Mas eu fui na Bahia pra tocar
Berimbau de Mestre Waldemar

Eu fui na Bahia pra tocar

Berimbau de Mestre Waldemar

Minha viola
Que eu não canso de tocar
Quando bate uma saudade
De Mestre Waldemar

Mas eu fui na Bahia pra tocar
Berimbau de Mestre Waldemar

Eu fui na Bahia pra tocar

Berimbau de Mestre Waldemar

Cada toque é um lamento
Parecia solidão
Waldemar levando a vida
Como um simples artesão

Mas eu fui na Bahia pra tocar
Berimbau de Mestre Waldemar

Eu fui na Bahia pra tocar

Berimbau de Mestre Waldemar

E hoje eu digo a vocês
E recordo a todos nós
Que quem tem um berimbau
De Waldemar é o Boa Voz

Mas eu fui na Bahia pra tocar
Berimbau de Mestre Waldemar

Eu fui na Bahia pra tocar

Berimbau de Mestre Waldemar

Sórestaram as histórias
Que o tempo não apaga mais
Cantando na Liberdade
E também na Pero Vaz

.
.
.
.

.
.
.
.

Mais je suis allé à Bahia pour toquer (jouer)
Berimbau de Mestre Waldemar

Je suis allé à Bahia pour toquer

Berimbau de Mestre Waldemar

Mon (berimbau) viola
Dont je ne ma fatigue pas de jouer
Quand survient une nostalgie
de Mestre Waldemar

.
.

.

.

Chaque toque est une complainte
Il semblait solitaire
Waldemar prenant la vie
Comme un simple artisan

.
.

.

.

Et aujourd'hui je vous dit
Et je nous remémore a tous
Que qui a un berimbau
De Waldemar est une Belle Voie (?)

.
.

.

.

Il ne reste plus que les histoires
Que le temps n'efface plus
Chantées dans Liberdade
Et aussi dans Pero Vaz


Liberdade et Pero Vaz sont la rue et le quartier de Salvador da Bahia où vivait Mestre Waldemar.

Voir aussi: Saudade Do Mestre Waldemar

Saudade do Mestre Waldemar

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A Bahia hoje chora
De aperto no coração
Mestre Waldemar foi embora
Seu Waldemar Da Paixão

Berimbau silenciou de saudade
Que não se acaba mais
Do legendário capoeira
Waldemar Da Pero Vaz

Angoleiro respeitado
Fabricador de berimbau
Nas rodas de capoeira
Nunca vi tocar igual

Mestre muito obrigado
Do fundo do coração
Hoje lhe agradeço
Por me dar inspiração

Waldemar

Lê lê lê lê lê Ô

Mestre Waldemar foi embora

Lê lê lê lê lê Ô

E a Bahia hoje chora

Lê lê lê lê lê Ô

Toco o berimbau viola

Lê lê lê lê lê Ô

De saudade eu vou embora

Lê lê lê lê lê Ô

Bahia pleure aujoud'hui
D'une ouverture dans le coeur
Mestre Waldemar s'en est allé
Mr Waldemar da Paixão (son nom de famille)

Le berimbau s'est tu d'une nostalgique
Qui ne s'arrête plus
Du légendaire capoeiriste
Waldemar de Pero Vaz (son quartier).

Angoleiro respecté,
Fabriquant de berimbau,
Dans les rondes de Capoeira,
Je n'ai vu personne toquer (aussi bien).

Mestre merci beaucou
Du fond du coeur.
Aujourd'hui je te/vous remercie
De me donner l'inspiration.

Waldemar

Lê lê lê lê lê Ô

Mestre Waldemar s'en est allé

Lê lê lê lê lê Ô

Et Bahia pleure aujoud'hui

Lê lê lê lê lê Ô

On a toqué le berimbau viola

Lê lê lê lê lê Ô

De tristesse, je m'en vais

Lê lê lê lê lê Ô


D'après Quebra Gereba:

(Toujours dans la série Mestre Barrão,) une chanson en hommage à Mestre Waldemar, connu pour sa voix, sa manière de chanter comme le faisaient les esclaves, les berimbaus qu’il fabriquait et vendait ainsi que son Hangar (La barracão de Mestre Waldemar), endroit où il enseignait la Capoeira, lieu fréquenté par des personnes connues hors de la Capoeira comme le peintre Carybé, référence de la Capoeira Bahianaise.